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Doenças Mentais elevam o risco de comportamento violento.

 É possível afirmar que portadores de doenças mentais são mais propensos ao comportamento criminal. Há estudos que comprovam tal afirmação. A associação do comportamento criminal é maior quando mais grave for o transtorno mental. Assim indivíduos com Transtorno mental grave (psicoses esquizofrênicas, euforias bipolar e dependência de drogas) tem mais chances de cometer crimes violentos.  Este texto postado no site da Universidade de Harvard é bem esclarecedor. Mental illness and violence Published: January, 2011 https://www.health.harvard.edu/newsletter_article/mental-illness-and-violence --------------------------------------------------------------------------------------------- Este texto do psiquiatra Daniel Martins de Barros é bem didático e levanta outras questões. Transtornos mentais e violência POR DANIEL MARTINS DE BARROS https://emais.estadao.com.br/blogs/daniel-martins-de-barros/transtornos-mentais-e-violencia/ ----------------------------------------------------------------
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COVID-19: previsão do pico de casos ativos para região do Vale do Paraíba e Bragança Paulista

A ausência de previsibilidade em relação a expansão da epidemia da nova doença causada pelo vírus sars-cov-2 é a maior causadora de ansiedade, insegurança e dificuldades gerais na sociedade atual. O fato de ser nova, não existindo portanto imunidade natural, facilita o cálculo epidemiológico do seu espalhamento em determinadas regiões, baseando-se no comportamento do vírus em locais onde a epidemia já aconteceu. No Vale do Paraíba e Região Bragantina temos uma base de dados de evolução real dos casos sendo publicada e atualizada diariamente no  Portal G1 Vanguarda  cuja fonte são as Secretarias Municipais de Saúde. Utilizando o modelo epidemiológico SEIR, onde a população de S uceptíveis, E xpostos, I nfectados e R ecuperados pode ser modelada com padrão de previsibilidade e a implementação da calculadora epidemiológica do pesquisador de inteligência artificial, Gabriel Goh , podemos analisar a população regionalmente. A pandemia avança obrigatoriamente de modo inexo

Fim do ciclo de irracionalidade na política de saúde mental brasileira

Foi em 2003 que entrei em contato de verdade com a realidade da psiquiatria no Brasil, data que iniciei residência médica no Hospital Geral do Campo Limpo localizado nas bordas do violento Capão Redondo em São Paulo. Alguns dos meu professores da época mencionavam a Luta Antimanicomial e a necessidade de acabar com as internações psiquiátricas em manicômios. Reconheci a problemática que encerrava a lógica da assistência psiquiátrica centrada na internação e reconheço até hoje que o modelo de gestão de saúde mental centrado no hospital não é desejável para a sociedade. Porém a radicalização do discurso antimanicomial de alguns profissionais me incomodava, pois ali mesmo, em pouco tempo, deparei-me com uma contradição essencial: na ala psiquiátrica do pronto-socorro do hospital acumulavam-se pacientes em surto, casos gravíssimos, com demanda para internação imediata, e o número de leitos disponíveis na enfermaria psiquiátrica do próprio hospital era insuficiente, diariamente pacientes e

Livro de Pedagogia da Universidade Anhanguera prega doutrinação contra postura conservadora

Nos debates sobre doutrinação política nas escolas os professores e pedagogos em geral mostram-se especialmente escaldados. Frente à mínima menção de que o tema precisa ser discutido, passam a proferir acusações como "patrulha ideológica", "fim da liberdade de expressão", "discriminação". A reação exagerada de muitos profissionais da educação tem explicação. Grande parte da construção teórica pedagógica brasileira reveste-se uma intensão reformadora da sociedade. A concepção de que a pedagogia estaria empenhada em formar intelectuais transformadores seria um papel intrínseco da educação, muito além da transmissão de conhecimento. Algumas provas deste ponto de vista encontra-se num dos livros base do curso de Pedagogia utilizados pela Universidade Anhaguera. A autora, Maria Lucia de Arruda Aranha, famosa também por outros livros didáticos de filosofia para o nível secundário e universitário, sem meias palavras, no terceiro capítulo, escancara su

Pesquisa da Clinica Mayo descobre que o treino aeróbico de alta intensidade reverte o envelhecimento.

Um estudo da Clinica Mayo diz que o melhor treinamento para adultos é o exercício aeróbio de alta intensidade, que eles acreditam poder reverter alguns aspectos celulares do envelhecimento. Pesquisadores da Mayo compararam 12 semanas de (1)treinamento de intervalo de alta intensidade (exercícios em que você alterna períodos de exercício de alta intensidade com períodos de recuperação de baixa intensidade), (2) treinamento de resistência e (3)treinamento combinado. Enquanto os três reforçaram a sensibilidade à insulina e a massa magra, apenas o treino de intervalo de alta intensidade e o treinamento combinado melhoraram a capacidade aeróbica e a respiração mitocondrial do músculo esquelético. (Declínio no conteúdo mitocondrial e função são comuns em adultos mais velhos.) 12 semanas de treino em jovens e idosos (crédito : Clinica Mayo) Exercícios do tipo treinamento com intervalos de alta intensidade também melhoraram o conteúdo de proteína muscular, o que aumentou as

Entenda porque 2016 foi um pesadelo para a esquerda mundial.

O blog está parado desde que decidi aprofundar-me em algumas leituras e reforçar as bases para o argumento pró liberalismo. O objetivo não foi atingido completamente, acabei deparando-me com toda teoria das bases do direito e um volume gigantesco de conteúdos. Um redirecionamento das leituras será necessário. Para não deixar o blog vazio de percepções sobre o que foi o ano de 2016 politicamente, um ano chave para o futuro da sociedade, deixo algumas anotações breves. O ano que acabou de acabar, trouxe o mais duro golpe para o defensores do coletivismo imposto pelo estado desde 1991 com a dissolução da União Soviética. O marxismo, que se auto intitulava uma teoria científica, defendia que a sociedade evolui progressivamente e que a queda do capitalismo era uma questão de tempo, para alguns ainda é. Porém, após duros golpes no século XX, a teoria fortemente carregada da promessa de um mundo melhor tentou fazer as pazes com a realidade e apareceu com a roupagem do bem estar social

A comprovação científica do efeito placebo.

Sempre ataquei os tratamentos médicos com substâncias inócuas, ou sem efeito racionalmente explicáveis, e não estou mudando minha opinião ; porém, também sempre valorizei o vínculo médico paciente como um dos principais fatores garantidores de eficácia terapêutica.  Uma publicação do Journal of Neuropsychiatry and Clinical Neurosciences no ano de 2013¹, fez-me ter uma visão um pouco mais abrangente. A publicação trás um trabalho apontando a neurobiologia do placebo e de como as expectativas influenciam o desfecho do tratamento. Utilizando-se de imagens funcionais do cérebro (hemodinâmica e metabólica) e evidenciando alterações na atividade neural após administração de um medicamento inócuo a publicação demonstra que a fluoxetina e o placebo provocam incremento metabólico em semelhantes regiões cerebrais após 6 semanas de tratamento, sendo que fluoxetina apresentava o diferencial de estimular algumas poucas regiões a mais além das estimuladas pelo placebo. Tradicionalmente os